Versões do RedPawAmp: histórico de mudanças do simulador de amplificador
Aqui ficam só as versões: o que cada uma acrescentou, corrigiu e mudou, das mais novas para as mais antigas. O que o simulador de amplificador faz está na página RedPawAmp.
O RedPawAmp sai no lançamento conjunto da família Darwin’s Cat Amps, ao lado do OrbitAmp e do CatpitAmp: um só pacote traz os três.
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v0.9.0
Sem PARK, TURBO com volume, um plugin para a família toda
- O PARK não existe mais. Na alavanca ficaram só as marchas: CRUNCH em cima, que é a marcha em que um RedPawAmp novo começa, e HI-GAIN logo abaixo; a fenda da alavanca ficou mais curta. Junto com o PARK saíram o aviso na tela de navegação, a escotilha sobre o TURBO, as teclas 0 e P, o Program Change 5 e o parâmetro PARK no host. Uma sessão salva em PARK abre tocando, no canal em que estava esperando.
- O TURBO agora também aumenta o volume: enquanto está ligado, o amplificador fica 3 dB mais alto e o solo se destaca sobre a banda. Um clique com o botão direito em TURBO abre o menu dele em vez de ligá-lo, e o nível está ali: −3, 0, +3, +6 ou +9 dB. Esse aumento de volume fica bem no fim da cadeia, depois do gabinete, do reverb e do delay, mas antes do OUTPUT e do limitador, então o teto se mantém. Ao ligar e ao trocar o nível, o volume chega ao novo valor em 15 ms, sem saltos.
- Um plugin para a família toda em cada formato: Darwin's Cat Amps.vst3, .component e .clap, em vez de um separado para cada amplificador. Os identificadores não mudaram, então as sessões antigas encontram os seus amplificadores, e o instalador remove os plugins das versões anteriores para que o host não mostre cada amplificador duas vezes. Os packs, os gabinetes e as imagens são instalados uma única vez na pasta comum Darwin's Cat/Factory, e o download ficou três vezes menor. Para Mac agora só existe o .pkg universal; para Linux, o .tar.xz.
- A entrada voltou ao zero: o meio da alavanca INPUT é 0 dB, e o ajuste de “zero” da alavanca sumiu das configurações. Com que força a captura é alimentada, agora quem diz é o próprio pack: todos os packs incluídos usam −4 dB. Uma sessão da 0.8.0 mantém a alavanca onde estava, e o gate abre com a mesma guitarra, mas o sinal que alimenta a captura fica 5 dB mais forte. Na saída, os canais do IR-X foram nivelados: o Channel 1 toca 2,5 dB mais alto que a sua captura, e o Channel 2, 4 dB mais baixo.
- O Bright do Channel 1 ganhou os nomes do próprio aparelho: OFF, 1, 2 em vez de BRIGHT 1, CENTER, BRIGHT 2, com uma única palavra, BRIGHT, acima das teclas e a posição de cada tecla embaixo dela. Se ninguém mexeu no Bright dele, o CRUNCH abre com ele desligado. O HUM está desligado por enquanto: o supressor do zumbido da rede elétrica ainda não está pronto para tocar. Ele saiu do menu e da tecla H, e uma sessão salva com o HUM toca sem ele. Quando ele voltar, a escolha feita para ele vai continuar lá.
- O painel segue a captura: há tantos botões de timbre quanto o canal tem, na ordem dele e com os nomes dele, e as teclas à direita de HPF e LPF são as chaves do canal; FAT, BRIGHT, DEPTH e PRESENCE, que ficavam esmaecidos, saíram. Cada canal abre no PLATE e no gabinete RED GIANT, com o reverb em 15 % no CRUNCH e em 10 no HI-GAIN. Uma sessão salva no DARK MATTER também abre no RED GIANT. A placa hexagonal pintada sob o vidro não existe mais: o gato foi recortado direto no metal, maior, num vermelho ferrugem como as planícies do outro lado da janela, e sob o cursor ele acende num laranja marciano.
- Correções. Abrir a janela não derruba mais o host de vez em quando, como acontecia no Cubase ao alternar entre plugins. Desligar o DELAY ou o REVERB não dá mais estalo no eco: o sinal que entra neles faz fade-out em 5 ms. Uma captura carrega 15 vezes mais rápido com entrada mono e 8 vezes mais rápido em estéreo, e o som só começa quando as duas capturas sob o botão DRIVE estão prontas. Antes, nos primeiros 40 ms escapava o som seco da guitarra. A janela não derruba mais o plugin em máquina virtual nem pelo Remote Desktop, e, se a vista atrás do vidro não conseguir iniciar na placa de vídeo, o motivo fica registrado em gpu.log. No Linux, dois plugins da família no mesmo host não fazem mais o host parar. O ícone e a janela de versão voltaram a levar à página do amplificador.
macOS darwinscat-amps-0.9.0-macos.pkg 87 MB Windows darwinscat-amps-0.9.0-windows-arm64.zip 81 MB darwinscat-amps-0.9.0-windows-x64-setup.exe 55 MB darwinscat-amps-0.9.0-windows-x64.zip 81 MB Linux darwinscat-amps-0.9.0-linux-arm64.tar.xz 60 MB darwinscat-amps-0.9.0-linux-x86_64.tar.xz 72 MB Somas de verificação SHA256SUMS 633 B -
v0.8.0
Primeira saída: o painel de um rover marciano
- O RedPawAmp é o painel de instrumentos de um rover marciano sobre o mesmo motor do CatpitAmp. Ele sai no lançamento conjunto da família Darwin's Cat Amps, ao lado do OrbitAmp e do CatpitAmp.
- Quatro canais com duas marchas e o TURBO: CRUNCH e HI-GAIN na alavanca, TURBO por cima de qualquer uma delas. Cada marcha tem o seu próprio DRIVE, tone stack, chaves, reverb, delay e gabinete. A ponta de cima da alavanca é o PARK: o amplificador sai do caminho do sinal, a guitarra passa seca e sem latência, e as caudas do reverb e do delay terminam de soar.
- Do outro lado do para-brisa, uma estrada sem fim por Marte. Todo o resto que existe na cabine do CatpitAmp também está aqui: GATE com LEARN, LIMITER, o afinador na tela de navegação, registros, presets, MIDI.
macOS darwinscat-amps-0.8.0-macos.pkg 387 MB darwinscat-amps-0.8.0-macos.zip 387 MB Windows darwinscat-amps-0.8.0-windows-arm64.zip 140 MB darwinscat-amps-0.8.0-windows-x64-setup.exe 124 MB darwinscat-amps-0.8.0-windows-x64.zip 141 MB Linux darwinscat-amps-0.8.0-linux-arm64.tar.gz 156 MB darwinscat-amps-0.8.0-linux-x86_64.tar.gz 157 MB Somas de verificação SHA256SUMS 731 B